segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Sobre coisas gerais...

Bom,

com pouco mais de um mês fora do Brasil, a gente já consegue ver/perceber pequenas coisas que sim, fazem toda a diferença no dia-a-dia de uma metrópole. Coisas banais, mas que funcionam, e fazem a diferença.

Quem mora em Brasília, já está acostumado com as faixas de pedestre, o respeito nas faixas de trânsito (comparado ao Rio e a SP, este pouco respeito que temos em Brasília é enooooorme!), filas organizadas, e, o mais importante NADA de jeitinho. NADA.

Aqui existem uns "caixas" espalhados pela cidade, tipo lotéricas, mas que funcionam em quiosques, nos quais a gente pode fazer qualquer tipo de pagamento de contas, carga de celulares, TV à cabo, pequenas transferências bancárias e contratação de pequenos serviços estatais. Você chega, pega sua senha e, em poucos minutos já resolve toda a sua vida. Aliás, aqui utiliza-se senha para tudo, até para as farmácias - você chega, pega sua senha, faz suas compras e vai ao caixa pegar remédios (qualquer remédio tem que ser indicado por um farmacêutico) e paga. Simples assim.

Estamos morando em um bairro distante da muvuca da cidade. Um Colorado pra galera de Bsb, Vargem Grande para os do Rio. O Alê trabalha na cidade e a Ciça estuda por aqui. Todas as escolas funcionam em regime semi-integral (as aulas começam entre 7:40/8:15 e vão até 3:30/6:00, dependendo da escola/ano escolar) e, as pessoas fazem suas vidas em torno destes horários. Aqui, ele leva a Ciça e eu a busco. Tranquilo, desde que sigamos os fluxos básicos de educação de trânsito: quem está na faixa da esquerda vira à esquerda, quem está na direita vira à direita em quem está na do meio, segue em frente. E não tente furar fila ou mudar de faixa em cima da hora... vão de xingar - e muito!  =D

Os supermercados são um paraíso para quem gosta de, óbvio, comida e de frescuretes.... Eu, enlouqueço. Uma simples ida ao mercado para comprar, sei lá, leite, vira um passeio e tanto! Como o Chile pouco produz (o carro chefe da economia são serviços, depois mineração de cobre e plantio de uvas, ameixas, criação de trutas e salmão) 90% do que se encontra nos mercados é importado: café, leite, chocolate, biscoitos, pães, massas, quase tudo, enfim. Eu, juro, fico louca com a variedade de queijos, molhos, vinhos, frutos do mar e frutas exóticas (chirimoya é um must aqui!!!). As sessões de casa também são enlouquecedoras: um zilhão de enfeites, frescuretes, louças, porcelanas... affe! Os preços variam muito... carnes, frutas e verduras são mais caras, mas queijos finos, presuntos e não perecíveis, muito mais baratos (e de melhor qualidade). Um parêntese.... TODAS as marcas que coexistem aqui e no Brasil, são de melhor qualidade, mais gostosas e saudáveis aqui, com exceção da Kibom, que é uma merda em qualquer lugar do mundo. Os sorvetes da Nestlé, que compramos em mercado, superam quase qualquer outra marca comercializada nos supermecados!

Ah, aqui não existem motoboys!!! Qualquer serviço que exiga algo assim é feito por taxis!!! Ou carros mesmo rss  Este dia pedimos uma pizza da Domino's e... o entregador veio num Corolla!!! rssss

Enfim, aos poucos as coisas estão entrando no ritmo e vamos colecionando experiências para partilhar.

Como prometido, vou postar pelo menos uma vês por semana!

=)


Um comentário:

Fernanda Rocha disse...

Aos poucos, vocês vão se adaptando; aliás, pelo que tem escrito; tirando a saudade; deve ser bem menos estressante morar aí. Beijos.